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DEPUTADO BOBÔ QUER GRAMA SINTÉTICA NOS ESTÁDIOS

O deputado estadual Bobô (PCdoB) fez indicação ao governo Rui para que autorize a Superintendência dos Desportos do Estado da Bahia (Sudesb) a desenvolver estudo de viabilidade e projeto para aplicação de grama sintética na modernização dos estádios no interior da Bahia. “Buscamos com isso a integração entre estado e municípios para que possamos ter uma Bahia da qual possamos nos orgulhar ainda mais, através do seu futebol modernizado, a partir do pioneirismo no uso de grama sintética nos estádios do interior”, declara.

De acordo com o parlamentar, o clima tropical da Bahia é predominantemente quente, com chuvas no inverno e verão seco, chegando a 38 graus. “Especialmente no sertão e no semiárido, a seca produz vários prejuízos, sendo a principal delas, a constante falta de água na grande maioria das cidades. E isto afeta também a prática da maior paixão do nosso povo: o futebol”, afirma.

Segundo ainda Bobô, é notória a extrema dificuldade de prefeituras e clubes em manter estádios com gramados bons para a boa prática futebolística, prejudicando o espetáculo e produzindo várias lesões nos jogadores. O alto custo da manutenção é um dos fatores desse problema.

MUNDO ADERINDO

O uso de grama sintética ganha espaço em vários países. A pedido da FifPro (Federação Internacional de Jogadores Profissionais de Futebol), o professor holandês Vincent Gouttebarge, especialista em Ciências Humanas Locomotoras e doutor em Medicina no Centro Acadêmico e Médico de Amsterdã, realizou um levantamento na Europa acerca das principais diferenças entre a grama natural e a grama sintética, que vem ganhando espaço no futebol, mundo afora.

Segundo Gouttebarge, algumas alegações contra a grama sintética estão caindo por terra, com o desenvolvimento de novas tecnologias. “A alegação de que a grama artificial aumenta o risco de lesões vem perdendo força em relação aos campos convencionais, especialmente quando levamos em conta as mais recentes gerações de gramas sintéticas (...). Estudos anteriores mostravam que o risco de contusão na primeira e segunda geração de gramados artificiais era mesmo maior, algo que diminuiu nas novas gerações (terceira e quarta), de acordo com levantamentos mais recentes”, disse.

Bobô ressalta a primeira experiência de um grande clube brasileiro: o Atlético-PR e sua Arena da Baixada (foto). O presidente do Conselho Administrativo e médico, Luiz Sallim Emed, afirmou, na época da troca da grama natural: “O gramado vai oferecer a possibilidade de desenvolver um melhor futebol e possibilitar mais jogos. A manutenção do gramado, no padrão Fifa, custa aproximadamente R$ 200 mil. Só de energia elétrica com o equipamento de aquecimento natural fica em R$ 80 mil”, ponderou.

MAIS VANTAGENS

Dados da Universidade do Futebol, instituição criada em 2003 e que estuda, pesquisa, produz, divulga e propõe mudanças nas diferentes áreas e setores relacionados ao universo do futebol, mostram vários pontos positivos: manutenção de quatro em quatro anos, não desgasta, manutenção da cor, permite que a drenagem de água de chuva seja mais eficiente, evitando, assim, poças, além da uniformidade da superfície da partida garantida e menor custo.

Na relação custo/benefício, há a possibilidade de realizar eventos não esportivos sem danificar tanto quanto prejudicam a grama natural. Assim, haveria diminuição dos custos com os gramados dos estádios do interior baiano, uma vez que a grama sintética é bastante resistente. Com isso, o dinheiro que iria para a manutenção constante poderá ser usado para outras benfeitorias.

Mesmo que o custo da instalação possa ser um pouco alto, compensa no futuro. Há quem já afirme que o gramado sintético é o futuro do futebol, pois, gradativamente, os estádios se modernizam. Para maior conforto dos torcedores, muitos serão cobertos, impedindo o sol no gramado natural, algo que é necessário.

De acordo com a Engecivil, empresa de restauração predial, a grama sintética é ideal para prática esportiva de alto volume de jogo. Segundo a organização, um campo de grama sintética tem um custo de manutenção anual até 10 vezes mais barato em comparação à grama natural, e permite a realização de 7 a 10 vezes mais eventos no mesmo período. Seja qual for o esporte, Futebol, Tênis, Rugby ou Hockey, a grama sintética, além de uma boa solução, é um investimento altamente rentável, e com certificação FIFA QUALITY CONCEPT.

O uso da grama sintética permite o retorno do investimento, em média, em aproximadamente em 4 ou 5 anos. Ela é extremamente ecológica por não precisar ser irrigada, evitando o desperdício de água.

Cláudio Mota - Ascom do deputado

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