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“Pagamos tantos impostos e não temos direito a nada”, desabafa comerciante após ter carrada de água negada pela Embasa em Jaguarari.

Cisterna de aproximadamente 17 mil litros, 99% vazia
O comerciante João Celso, proprietário de uma Borracharia localizada no Caminho do Monte, margens da BR 407 em Jaguarari, procurou nossa reportagem, nesta tarde de quarta-feira (19/10) para denunciar a EMBASA por lhe negar um caminhão de água.

João Celso que mora no local há oito anos, informou que é a primeira vez que recorre a EMBASA para solicitar uma simples carrada de água, para uso em sua borracharia e higiene pessoal da família, “Não tenho água encanada, já fui na EMBASA, e a EMBASA alega que tem poucas casas e não compensa fazer a ligação da água e eu tô sem água, e precisei de uma carrada de água, um caminhão de água, e fui hoje na embasa e eles disseram que tá no limite, e não tem como arrumar a água, levei um não em um simples pedido”.

O comerciante ainda relata que por causa do não saneamento básico na rua, uma lanchonete e um Lava Rápido fecharam as portas, ele disse ainda que pelo menos nove famílias residem no local, além de novas construções que estão sendo feitas. E em virtude do fato desta quarta ele informou que irá ao fórum procurar o Ministério Público para realizar denuncia, "Vou procurar meus direitos, irei ao Ministério Público juntamente com o pessoal que mora aqui pra de lá ser tomando uma decisão, contra a EMBASA ou qualquer órgão que se responsabilize por isso aqui, que não existe a gente está aqui na cidade e nem água tem”.
Atravessando a BR, à menos de 100 metros tem água no Bairro Odilon Gonçalves
O que mais chama atenção é que a menos de 100 metros de seu comercio e residência, a água encanada normalmente no Bairro Odilon Gonçalves, e Celso lamenta pelo alto custo de impostos que paga e praticamente nada de beneficio retorna. "O mínimo no mês que eu pago é mil reais de imposto, e fora IPTU, alvará tudo que chega aqui eu pago nunca se neguei a pagar nada, mas beneficio aqui eu não vejo nada, nem água nem esgoto, agora que chegou está iluminação aqui, mais o resto não tenho nada. Pagamos tantos impostos e não temos direito a nada”, finalizou o comerciante.

João Celso ainda relatou que a única forma de captação de água é através da chuva, mas a falta de chuvas na cidade complicou a situação, mesmo sendo precavido com uma cisterna que armazena aproximadamente 17 mil litros, além de três caixas somando um total de 6 mil litros, que estão todas vazias.

Nossa equipe de reportagem tentou contato via telefone com a sede da Embasa local, mas não obtivemos êxito, deste modo fica o espaço aberto para a empresa se pronunciar sobre o assunto.

Portal Jaguarari

Um comentário:

  1. Muito bem Sr João. É preciso reivindicar mesmo...isso é abusivo , sem água nao temos como produzir. Nao é favor, é um direito do cidadão ter esse serviço fornecido.

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