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Criadores do Novo Instante, por: Escritor e Poeta Matheus Diniz


O que estamos fazendo aqui? Falar de loucura, falar de mentira, falar de verdades, nossa trajetória neste “planeta” é marcada por momentos vividos nas suas constâncias e inconstâncias. Vemos nos noticiários o caos, a violência, o medo de sair na porta de casa, o receio de permanecer até dentro de casa, pois o perigo habita e se instala. Recorremos ao olhar da fé, essa que nos tranquiliza, pois entendemos que por mais que tenham “pedras no meio do caminho” teremos a capacidade de seguir adiante repletos de certezas e incertezas que nos amassam por completos.

Esse é o nosso tempo, é notório enxergar no retrovisor o tempo que não volta mais, os sonhos que outrora alimentávamos hoje são pesadelos, a vida vai escorrendo como substância líquida caindo hora nos esgotos hora em fontes de águas límpidas. Como é sedutor pensarmos na existência, nos casos e causos que temperam a moqueca de sentimentos inusitados que nos impulsionam a lugares antes inabitados, é, o universo interior, onde as vozes são amortecidas pelo embalo fatigante e feroz da nossa alma invisível que se veste de cores, as quais pintamos a tela dessa maluquice toda.

Completar o incompleto, semear o inesperado, rasgar todas as folhas rabiscadas pelos monstros que alimentamos, mas esses monstros não nos fazem evoluir? Nossa matéria apodrece a cada piscar de tragédia, devemos correr na direção que o vento soprar, arrancar as amarras que nos espremem, cerrar as grades que nos aprisionam, demolir portas, pular janelas, jogar pra fora, vomitar nossos anseios, resgatar a beleza da flor, ser diferente, inventar o impossível, construir escadas que elevem os horizontes.

A crise é fundamental para criarmos as oportunidades, está nas nossas mãos o futuro das próximas gerações, dessa forma, de fato, sejamos protagonistas do instante, é hora de sair da “caverna”, momento propício de percorrer as ruas de nossos confusos sentimentos, fazer sair fumaça da cabeça, pensar, imaginar, não podemos juntar os caquinhos do jarro que quebrou, temos a chance de construir, e, é na pegada dessa loucura toda que devemos tirar proveito da situação, avante, sejamos artistas criadores desse novo instante.

Matheus Diniz

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